E quando eu penso que nada mais pode me surpreender...
Seu egoísmo adentra a sala, ocupando todos os cômodos, mulimetricamente, os espaços da casa.
sábado, 10 de julho de 2010
segunda-feira, 28 de junho de 2010
"Estou em milhares de cacos, eu estou ao meio"
É uma saudade que não cabe. Uma vontade incontrolável de falar, tocar, olhar.
Sinto tanto, mais tanto a falta de nós duas.
Sinto tanto, mais tanto a falta de nós duas.
sábado, 26 de junho de 2010
sexta-feira, 25 de junho de 2010
Rasgue-me do osso
Rasgue-me de mim mesmo
Você está se sentindo feliz agora?
Descasque-me da pele...
Rasgue-me da casca
Isto te faz feliz agora?
Rasgue-me do osso...
Rasgue-me de mim mesmo
Você está se sentindo feliz agora?
Isto te faz feliz?
Você está se sentindo feliz?
Você está feliz pra caralho
Agora que eu já perdi o meu nada?
Rasgue-me de mim mesmo
Você está se sentindo feliz agora?
Descasque-me da pele...
Rasgue-me da casca
Isto te faz feliz agora?
Rasgue-me do osso...
Rasgue-me de mim mesmo
Você está se sentindo feliz agora?
Isto te faz feliz?
Você está se sentindo feliz?
Você está feliz pra caralho
Agora que eu já perdi o meu nada?
Mudvayne - Happy
quarta-feira, 10 de março de 2010
Não e Sim.
Metamorfoseando essa matéria inata, descrente e desconhecida.
Precisa-se de papel branco, grafite e vinho barato, quiçá uns tragos aqui e alí. E enquanto a fumaça atravessa os receptores e chega poluindo os pulmões, o vinho logo em seguida, adoçando a boca amarga de nicotina e experiências mal sucedidas, o grafite derrama no papel os pensamentos tantas vezes presentes, massantes, repetitivos, de uma metamorfose ambulante, de um sentir constante. Idéias, querer, gostos e desgostos, alguns imutáveis.
Precisa-se de papel branco, grafite e vinho barato, quiçá uns tragos aqui e alí. E enquanto a fumaça atravessa os receptores e chega poluindo os pulmões, o vinho logo em seguida, adoçando a boca amarga de nicotina e experiências mal sucedidas, o grafite derrama no papel os pensamentos tantas vezes presentes, massantes, repetitivos, de uma metamorfose ambulante, de um sentir constante. Idéias, querer, gostos e desgostos, alguns imutáveis.
Párvoa.
E o prémio "Imbecil do ano" vai para: ...
- A medida que os dias vão se findando e a noite chegando trazendo com ela todo esse sabor ácido, poluído, de um dia que passou e deixou, abrindo espaço para o ócio, vou tescendo a corda para a minha própria forca. Tenho sido muito rude, eu sei. Na verdade eu sempre soube, fui. Não sei falar com as pessoas, por isso que difícilmente abro a boca para pronunciar algo, ou sequer para soltar o ar empregnado em meus pulmões preenxendo o vazio, sufocando, lutando para ir ao mundo, conhecer o que há do lado de fora do meu corpo. Vai que numa dessas, uma palavra indevida me sai da boca sem que eu queira. Eu nunca quero, hoje não quis, mas de repente me vejo num emaranhado de palavras soltas, entrando pelos ouvidos, saindo pela boca, caindo num abismo de pensamentos desgovernados, sem destino certo. Não gosto, não sei controlar como deveria e sempre acabo machucando alguém. Esse meu jeito ditador, violento de proferir aquilo que na verdade não quero, mas, que antes que eu possa interromper, formular, parafrasear corretamente, me escapa.
- A medida que os dias vão se findando e a noite chegando trazendo com ela todo esse sabor ácido, poluído, de um dia que passou e deixou, abrindo espaço para o ócio, vou tescendo a corda para a minha própria forca. Tenho sido muito rude, eu sei. Na verdade eu sempre soube, fui. Não sei falar com as pessoas, por isso que difícilmente abro a boca para pronunciar algo, ou sequer para soltar o ar empregnado em meus pulmões preenxendo o vazio, sufocando, lutando para ir ao mundo, conhecer o que há do lado de fora do meu corpo. Vai que numa dessas, uma palavra indevida me sai da boca sem que eu queira. Eu nunca quero, hoje não quis, mas de repente me vejo num emaranhado de palavras soltas, entrando pelos ouvidos, saindo pela boca, caindo num abismo de pensamentos desgovernados, sem destino certo. Não gosto, não sei controlar como deveria e sempre acabo machucando alguém. Esse meu jeito ditador, violento de proferir aquilo que na verdade não quero, mas, que antes que eu possa interromper, formular, parafrasear corretamente, me escapa.
Atemporal.
A minha vida se limitando irremediávelmente a um nada preenxido de vazio, com cobertura de solidão e recheio de inércia. E eu me pergunto: Até quando?
Sinto saudade daquilo que nunca tive, não terei.
Um peso de responsabilidades não supridas e, eu sempre voltando ao centro do nada, querendo muito, sentindo mais ainda.
Sem saber se é hora de dar um basta definitivo nessa existência morta, ou se devo continuar, ainda que sem fé nenhuma. Os dias vão passando por mim.
Sinto saudade daquilo que nunca tive, não terei.
Um peso de responsabilidades não supridas e, eu sempre voltando ao centro do nada, querendo muito, sentindo mais ainda.
Sem saber se é hora de dar um basta definitivo nessa existência morta, ou se devo continuar, ainda que sem fé nenhuma. Os dias vão passando por mim.
Assinar:
Postagens (Atom)